A Lei Geral de Proteção de Dados trata informações de saúde como dado sensível, e isso inclui praticamente tudo que uma casa de repouso registra sobre seus moradores: medicações, condições clínicas, histórico familiar e rotina de cuidados.

Na prática, isso significa que planilhas compartilhadas sem controle de acesso, pastas físicas abertas ou grupos de WhatsApp com informações de moradores representam um risco real — não só jurídico, mas também de exposição de pessoas em situação de vulnerabilidade.

Adequar-se não exige burocracia excessiva. Envolve principalmente definir quem pode acessar qual informação, registrar consentimentos no momento da admissão e manter um histórico de quando e por quem cada dado foi alterado.

Uma plataforma pensada para o setor já nasce com essas exigências embutidas na estrutura, o que evita que a conformidade dependa de lembrar de fazer — e passa a acontecer automaticamente, como parte do próprio fluxo de trabalho.